CONTRA A POLICIA

[texto original]

Imagine a cena: durante um protesto, um manifestante nota que há policiais sem a identificação obrigatória. O que ele pode fazer a respeito?

A partir desta terça-feira (16), os usuários do sistema Android terão a opção de denunciar desvios de conduta e violência policial por meio de um aplicativo de celular.

Batizado de “Projeto Vigilante”, o sistema foi desenvolvido pela ONG EvoBra, organização recém-fundada pelo bacharel em direito Luccas Adib, 25, para pesquisar inovação em políticas públicas.

“A ideia era construir uma plataforma dinâmica para as pessoas fazerem denúncias, e então encaminhá-las para um órgão competente”, diz.

Gratuito, o aplicativo tem capacidade para estocar até 10 mil queixas, anônimas ou não. É possível identificar a corporação (polícia civil, militar, federal ou guarda metropolitana), o tipo de delito, descrever a ocorrência em até mil caracteres e utilizar geolocalização. Além disso, o usuário pode anexar vídeos, fotos e áudios.

“Muitas vezes, as denúncias acabam não indo a lugar nenhum por falta de provas”, afirma Adib. “Desse jeito, você facilita o envio de mídia, por vários ângulos, já que pode ser utilizado tanto por vítimas como por testemunhas.”

FINANCIAMENTO COLETIVO

Para pagar os custos do projeto, que conta com uma equipe de seis pessoas, e mantê-lo funcionando, a EvoBra deve lançar nesta semana uma campanha de financiamento coletivo na internet. O objetivo é arrecadar R$ 20 mil. Depois, a ONG pretende lançar versões para iPhone e Windows Phone.

“O smartphone, hoje, tem um alcance maior no Brasil do que o computador”, diz o criador do app. Segundo dados do instituto de pesquisa Nielsen, 68 milhões de pessoas acessaram a internet via celular no primeiro semestre de 2015, no Brasil. Cerca de 64% delas tem entre 10 e 24 anos –e, de acordo com pesquisa da Prefeitura de São Paulo com a UFSCar (federal de São Carlos), 83% dos jovens mortos por PMs em 2014 na cidade tinham entre 15 e 29 anos.

Depois de recebida a denúncia, a ideia da EvoBra, diz Adib, é repassar para as ouvidorias, que teriam um usuário de administrador –as parcerias seriam formadas com Estados e municípios a partir da demanda. Além disso, a ideia da ONG é utilizar os dados para estatísticas. A base, no entanto, não é acessível para o público.

Hoje, é possível enviar denúncias para a ouvidoria das polícias do Estado de São Paulo via telefone, e-mail, carta ou pessoalmente. E, por enquanto, diz o ouvidor Julio Cesar Fernandes Neves, esse tipo de parceria digital não é possível. “Por causa da questão do sigilo, que nós não podemos delegar a terceiros. Se um sequer for quebrado, acabou a ouvidoria.”

Adib afirma que já pensa em alternativas. “Eles podem se recusar, e aí a gente passa de outra maneira, pega as 500 denúncias no fim do mês e manda até por carta”, diz. “O que eles não podem fazer é dizer que não aceitarão a denúncia de nenhum jeito.”

As parcerias, porém, não estão totalmente descartada. Em outubro de 2015, a equipe do “Projeto Vigilante” foi a Brasília apresentar o aplicativo no 1º Laboratório de Participação e Inovação para Redução de Homicídios, do Ministério da Justiça, com quem, diz Adib, tem negociado.

“E se eles quiserem criar um aplicativo próprio, ótimo. O propósito, que é de criar um canal mais simples de denúncias, vai ter sido cumprido.”

PROJETO VIGILANTE

PASSO A PASSO DA DENÚNCIA

1. Clique em “Denuncie”: o aplicativo localizará a ocorrência em sua posição atual; se não puder fazer a denúncia no momento e local do abuso, altere os campos data, hora e local manualmente

2. Escolha a corporação (polícia civil, militar, federal ou guarda civil metropolitana), a natureza da denúncia (homicídio, corrupção etc.) e a detalhe (se quiser), em até mil caracteres

3. Anexe vídeos e fotos da galeria ou use a câmera e microfone para gravar na hora; é possível fazer a denúncia off-line –os dados são salvos e enviados para o servidor quando o celular é ligado a um wi-fi

4. Se quiser se identificar, preencha os campos “nome” e “contato” –todas as denúncias são, a princípio, anônimas

SOBRE ELIMINAR

[texto original]

Em uma carta dirigida ao governo, quatro ex-militares americanos que operavam “drones” denunciaram que as eliminações de jihadistas com esses aparelhos operados por Washington contribuem para propagar “o ódio” e alimentar o terrorismo.

A eliminação com aviões não tripulados é “um dos motores mais poderosos do terrorismo e a desestabilização no mundo”, escreveram os quatro ex-militares em uma carta dirigida ao presidente Barack Obama e a outros funcionários de alto escalão do governo.

A carta foi publicada pelo jornal britânico “The Guardian”.

“Não podemos ficar de braços cruzados diante das tragédias, como a dos atentados de Paris”, acrescentaram.

“Os civis inocentes que matamos apenas se uniram aos sentimentos de ódio”, origem do terrorismo e de grupos como o Estado Islâmico (EI), alegaram, pedindo ao governo que “reconsidere sua abordagem” de combate aos terroristas.

Nesta quinta-feira, o “Guardian” publicou depoimentos com detalhes. Segundo o jornal, os quatro operadores, na faixa dos 30 anos, deixaram a Força Aérea americana depois de pelo menos seis anos de serviço.

Três deles estavam encarregados de operar os sensores e sistemas de fixação de alvos dos “drones” na missão, e o quarto era um técnico encarregado da infraestrutura de comunicação com os aparelhos.

Um deles, Brandon Bryant, relatou ao jornal um ataque contra um grupo de cinco pessoas no Afeganistão, enquanto elas dormiam.

Inicialmente, suspeitava-se de que estivessem transportando explosivos, mas, segundo ele, parece não ter sido o caso. O ataque, completou Bryant, não provocou deflagrações secundárias. “Um assassinato covarde”, lamentou.

Ao final de suas respectivas tarefas, receberam um pequeno cartão dentro de envelopes lacrados com o número de eliminações, para as quais eles haviam contribuído.

Bryant “cometeu o erro de abrir o seu”, relatou “The Guardian”, acrescentando que “o número era de 1.626”.

De acordo com a carta, o remorso fez “todos sucumbirem à síndrome de estresse pós-traumático”.

CONTRA A GUERRA DESUMANIZADA

As armas autônomas selecionam e atacam alvos sem intervenção humana. Elas incluem, por exemplo, um helicóptero quadrimotor armado capaz de localizar e eliminar pessoas segundo determinados critérios pré-definidos, mas não incluem mísseis de cruzeiro ou drones pilotados remotamente, cujas decisões sobre os alvos são todas tomadas por seres humanos. A tecnologia de inteligência artificial (IA) chegou a um ponto em que a utilização desse sistema é possível – na prática, mesmo que não na lei – dentro de anos, não décadas. As apostas são altas: as armas autônomas têm sido descritas como a terceira revolução da indústria bélica, depois da pólvora e das armas nucleares.

[texto original]

Muitos argumentos foram usados a favor e contra armas autônomas: por exemplo o de que substituir soldados humanos por máquinas é bom, por reduzir o número de vítimas entre quem as possui; mas ruim, por rebaixar os limites do que significa ir à guerra. Hoje, a questão chave para a humanidade: vamos iniciar uma corrida global por armas de Inteligência Artificial ou evitar que ela se inicie? Se uma grande potência militar qualquer tomar a dianteira no desenvolvimento de armas de IA, uma corrida armamentista global será inevitável, e o fim dessa trajetória tecnológica parece óbvio: armas autônomas serão os fuzis Kalashnikov de amanhã.

Ao contrário das armas nucleares, elas não requerem matéria-prima cara ou difícil de obter, de modo que se tornarão onipresentes e baratas para produção em massa por todas as potências militares importantes. Será apenas uma questão de tempo até que apareçam no mercado clandestino e nas mãos de terroristas, ditadores querendo controlar melhor sua população, senhores da guerra desejando executar limpezas étnicas etc. Armas autônomas são ideais para tarefas como assassinatos, desestabilizando nações, subjugando populações e matando seletivamente um grupo étnico particular. Acreditamos portanto que uma corrida por armas de IA não seria benéfica para a humanidade. Há várias maneiras por meio das quais a inteligência artificial pode tornar o mundo mais seguro para os seres humanos, especialmente civis, sem criar novas ferramentas para matar pessoas.

Assim como a maioria dos químicos e biólogos não têm interesse em construir armas químicas ou biológicas, a maioria dos pesquisadores de IA não têm interesse em construir armas de IA – e não querem que outros manchem sua área fazendo isso. Tal passo criaria uma grande oposição contra a inteligência artificial, o que poderia restringir seus benefícios sociais futuros. De fato, químicos e biólogos têm apoiado amplamente os tratados internacionais de proibição de armas químicas e biológicas, assim como a maioria dos físicos apoiaram os tratados que proíbem armas nucleares espaciais e armas laser que causam cegueira.

Em suma, acreditamos que IA tem grande potencial para beneficiar a humanidade de várias maneiras, e sua meta deveria ser essa. Iniciar uma corrida armamentista militar de IA é má ideia, e a prevenção deveria ser a proibição de armas autonômas ofensivas além de significativo controle humano.

MASSIFICACAO

[texto original]

7 billion people currently inhabit our planet. Each one of these 7 billion people require the basic necessities of life, such as water, food, clothing, and shelter. When we take into account all of the work and materials it takes to provide the population with just the basics – not to mention the billion motor vehicles and 7 billion cell phones, the computers, furniture, skyscrapers, planes, roads, gadgets, and the plethora of other material goods being mass-produced in our world today – the question immediately begs – how are we keeping up?

How are we keeping up with continual mass production, mass consumption, and epidemic population growth? Are we really thinking about the consequences of our actions in the long term? Or are we consciously turning a blind eye to an inevitable and daunting fate for our planet?

Sometimes talking about these issues isn’t enough for people to understand the magnitude of what’s really happening in our world. This notion was the basis for the project, Overdevelopment, Overpopulation, Overshoot (OVER), put together by advocacy group Speak Out.

They’ve managed to compile a set of photographs which tell the story of our current mass consumption situation.

Below are a few of these pictures, along with some others I found around the web. Each picture speaks a thousand words, so take your time. Be sure to check out Speak Out’s full book here.


2a5e2f23-aa20-4cc3-81bf-77fe701ff8cf-2060x1236Photograph: Pablo Lopez Luz

Mexico City, one of the most densely populated cities in the world. It’s frightening to see how this massive urban development has wiped out the greenery for what seems like endless miles. This is probably why air pollution in Mexico City is out of control. 

a536095c-c231-4835-872b-879bce2fcf90-1020x612Slum-dwelling residents of Port-au-Prince, Haiti, face bleak living conditions in the western hemisphere’s poorest country.

“Squatters trade physical safety and public health for a few square meters of land and some security against eviction. They are the pioneer settlers of swamps, floodplains, volcano slopes, unstable hillsides, rubbish mountains, chemical dumps, railroad sidings, and desert fringes… such sites are poverty’s niche in the ecology of the city, and very poor people have little choice but to live with disaster.” Mike Davis

Before it was demolished in 1994, Kowloon Walled City in Hong Kong was considered the densest settlement on earth, with 33,000 people living within the space of one city block.Before it was demolished in 1994, Kowloon Walled City in Hong Kong was considered the densest settlement on earth, with 33,000 people living within the space of one city block.

31bb7a13-c83b-488a-ac48-2f36f568261a-1020x612Photograph: Daniel Beltra

Aerial view of an oil fire following the 2010 Deepwater Horizon oil disaster in the Gulf of Mexico. The devastation of these types of disasters is really immeasurable, as oil particles simply continue to disperse and settle across the ocean floor. What will it take for man to see finally see its inefficiencies? With pooled resources and efforts, we have the potential to utilize energy systems with little or no environmental impact on our planet. 

Depleting oil fields are yet another symptom of ecological overshoot as seen at the Kern River Oil Field in California.Depleting oil fields are yet another symptom of ecological overshoot, as seen at the Kern River Oil Field in California.

Photograph: Peter BeltraPhotograph: Peter Beltra

Animal agriculture, as a whole, requires tremendous amounts of resources and is a leader in environmental degradation, responsible for 18 percent of greenhouse gas emissions – more than all transportation combined. Livestock and their byproducts account for at least 32,000 million tons of carbon dioxide (CO2) per year.


Photograph: Brett ColePhotograph: Brett Cole

South City Mall in Kolkata, India. Consumer culture spreads to the global south. “In the developing world, the problem of population is seen less as a matter of human numbers than of western over-consumption. Yet within the development community, the only solution to the problems of the developing world is to export the same unsustainable economic model fueling the overconsumption of the West.” Kavita Ramdas

boxing_day_at_the_toronto_eaton_centreToronto Eaton Center, boxing day.

 We live in a consumer nation. “Stuff” seems to be our generation’s newest mantra, with each person in the U.S. producing an estimated 4.5 pounds of garbage per day. That is twice the amount that was produced 30 years ago. We are bombarded by hundreds to thousands of advertisements per day ($435 billion is spent on advertising worldwide annually,) which is blatantly intended to influence people to continue consuming more and more things. From food to clothing, to cosmetics and automobiles, we just can’t seem to get enough material items to satisfy our ego desires.


c48b9506-9b41-4a2c-a22b-053176b7db52-1020x612Photograph: Garth Lentz

Vancouver Island, British Columbia. While BC is doing their best to reduce the carbon footprint of deforestation, many parts of the world still are not implementing sustainable practices, such as Brazil (seen below).

65e51ebc-0c27-452a-90dc-8074dcd7ed29-1020x612Brazilian rainforest being clear-cut for cattle raising, photograph: Daniel Beltra
Photograph: Daniel DancerIndustrial forestry degrading public lands, Willamette National Forest in Oregon, Photograph: Daniel Dancer

Colonise-destroy-move on, mankind’s disorder. Pinning down exact numbers is nearly impossible, but most experts agree that we are losing upwards of 80,000 acres of tropical rainforest daily, and significantly degrading another 80,000 acres every day on top of that. That’s over 75 million acres every year. Currently, 20% of the Amazon is already destroyed. And for what? Well, it’s mainly for cattle ranching.


4265ed1b-c093-43c8-a6ab-2d1dbd093672-1020x612Photograph: Zak Noyle

There are around 5.25 trillion pieces of plastic debris in the ocean. Of that mass, 269,000 tons float on the surface, while some four billion plastic microfibers per square kilometer litter the deep sea. Scientists are having a difficult time calculating the full extent of damage that plastic debris has on marine ecosystems, pondering the big questions: As it degrades, do plastic toxins seep into the marine environment? If so, how and in what amounts?  What effect do they have on fish or other ocean life that consume them? 

photography: Chris Jordanphotography: Chris Jordan
CF000313 18x24photography: Chris Jordan
CF000911 10x13photography: Chris Jordan

“Midway: Message from the Gyre,”  depicts the fate of albatross chicks on Midway Atoll, in September 2009.


Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

“Crushed Cars: Tacoma,” from “Intolerable Beauty: Portraits of American Mass Consumption,” 2004.

Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

Open Drums, Seattle 2003.

Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

Oil filters, Seattle 2003. 

Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

Metal Scraps.

Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

Container Yard and Mt. Rainier, Tacoma 2004.

Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

Cellphone chargers. 

Photography: Chris JordanPhotography: Chris Jordan

Cellphones.


These pictures speak urgency in many regards. At the very least, they provoke us to look at our personal consumption through a new lens, one that sees the environmental and ecological impact of our daily decisions at large.

DRONES E O DESENHO DO MUNDO

[texto original]

Bondi Beach

Port Grimaud

Córdoba Olive Trees

Niagra Falls

Stelvio Pass

La Plata, Argentina

Viareggio, Italy

Central Park, NYC
// g?c=a+f+c:(g+=f.length,f=a.indexOf("&",g),c=0<=f?a.substring(0,g)+c+a.substring(f):a.substring(0,g)+c)}return 2E3<c.length?void 0!==d?r(a,b,d,void 0,e):a:c};var ba=function(){var a=/[&\?]exk=([^& ]+)/.exec(t.location.href);return a&&2==a.length?a[1]:null};var ca=function(a){var b=a.toString();a.name&&-1==b.indexOf(a.name)&&(b+=": "+a.name);a.message&&-1==b.indexOf(a.message)&&(b+=": "+a.message);if(a.stack){a=a.stack;var c=b;try{-1==a.indexOf(c)&&(a=c+"\n"+a);for(var d;a!=d;)d=a,a=a.replace(/((https?:\/..*\/)[^\/:]*:\d+(?:.|\n)*)\2/,"$1");b=a.replace(/\n */g,"\n")}catch(e){b=c}}return b},u=function(a,b){a.google_image_requests||(a.google_image_requests=[]);var c=a.document.createElement("img");c.src=b;a.google_image_requests.push(c)};var v=document,t=window;var da=String.prototype.trim?function(a){return a.trim()}:function(a){return a.replace(/^[\s\xa0]+|[\s\xa0]+$/g,"")},ea=function(a,b){return ab?1:0};var w=null,fa=function(a,b){for(var c in a)Object.prototype.hasOwnProperty.call(a,c)&&b.call(null,a[c],c,a)};function x(a){return"function"==typeof encodeURIComponent?encodeURIComponent(a):escape(a)}var ga=function(){if(!v.body)return!1;if(!w){var a=v.createElement("iframe");a.style.display="none";a.id="anonIframe";w=a;v.body.appendChild(a)}return!0},ha={};var ia=!0,ja={},ma=function(a,b,c,d){var e=ka,f,g=ia;try{f=b()}catch(k){try{var q=ca(k);b="";k.fileName&&(b=k.fileName);var E=-1;k.lineNumber&&(E=k.lineNumber);g=e(a,q,b,E,c)}catch(l){try{var y=ca(l);a="";l.fileName&&(a=l.fileName);c=-1;l.lineNumber&&(c=l.lineNumber);ka("pAR",y,a,c,void 0,void 0)}catch(ya){la({context:"mRE",msg:ya.toString()+"\n"+(ya.stack||"")},void 0)}}if(!g)throw k;}finally{if(d)try{d()}catch(ub){}}return f},ka=function(a,b,c,d,e,f){var g={};if(e)try{e(g)}catch(k){}g.context=a;g.msg=b.substring(0,512);c&&(g.file=c);0<d&&(g.line=d.toString());g.url=v.URL.substring(0,512);g.ref=v.referrer.substring(0,512);na(g);la(g,f);return ia},la=function(a,b){try{if(Math.random()c?Math.max(0,a.length+c):c;if(n(a))return n(b)&&1==b.length?a.indexOf(b,c):-1;for(;c<a.length;c++)if(c in a&&a[c]===b)return c;return-1},qa=A.map?function(a,b,c){return A.map.call(a,b,c)}:function(a,b,c){for(var d=a.length,e=Array(d),f=n(a)?a.split(""):a,g=0;g<d;g++)g in f&&(e[g]=b.call(c,f[g],g,a));return e};var ra=function(a,b){for(var c in a)b.call(void 0,a[c],c,a)},sa=function(a){var b=arguments.length;if(1==b&&"array"==m(arguments[0]))return sa.apply(null,arguments[0]);for(var c={},d=0;dparseFloat(a))?String(b):a}(),Ca={},Da=function(a){if(!Ca[a]){for(var b=0,c=da(String(Ba)).split("."),d=da(String(a)).split("."),e=Math.max(c.length,d.length),f=0;0==b&&f<e;f++){var g=c[f]||"",k=d[f]||"",q=RegExp("(\\d*)(\\D*)","g"),E=RegExp("(\\d*)(\\D*)","g");do{var l=q.exec(g)||["","",""],y=E.exec(k)||["","",""];if(0==l[0].length&&0==y[0].length)break;b=ea(0==l[1].length?0:parseInt(l[1],10),0==y[1].length?0:parseInt(y[1],10))||ea(0==l[2].length,0==y[2].length)||ea(l[2],y[2])}while(0==b)}Ca[a]=0<=b}},Ea=h.document,Fa=Aa(),Ga=!Ea||!D||!Fa&&C()?void 0:Fa||("CSS1Compat"==Ea.compatMode?parseInt(Ba,10):5);var Ha={i:947190538,j:947190541,l:947190542,g:79463068,h:79463069},Ia={f:"ud=1",o:"ts=1",m:"sc=1",c:"gz=1"};if(v&&v.URL)var F=v.URL,ia=!(F&&(0<F.indexOf("?google_debug")||0<F.indexOf("&google_debug")||0=b)){var d=0,e=function(){a();d++;db;){if(c.google_osd_static_frame)return c;if(c.aswift_0&&(!a||c.aswift_0.google_osd_static_frame))return c.aswift_0;b++;c=c!=c.parent?c.parent:null}}catch(e){}return null},Na=function(a,b,c,d,e){if(10<La)t.clearInterval(L);else if(++La,t.postMessage&&(b.b||b.a)){var f=Ma(!0);if(f){var g={};I(b,g);g[0]="goog_request_monitoring";g[6]=a;g[16]=c;d&&d.length&&(g[17]=d.join(","));e&&(g[19]=e);try{var k=K(g);f.postMessage(k,"*")}catch(q){}}}},Oa=function(a){var b=Ma(!1),c=!b;!b&&t&&(b=t.parent);if(b&&b.postMessage)try{b.postMessage(a,"*"),c&&t.postMessage(a,"*")}catch(d){}};sa("area base br col command embed hr img input keygen link meta param source track wbr".split(" "));var M=function(a,b){this.width=a;this.height=b};var Pa;if(!(Pa=!wa&&!D)){var Qa;if(Qa=D)Qa=D&&(C()||9<=Ga);Pa=Qa}Pa||wa&&Da("1.9.1");D&&Da("9");D&&Da(12);var Sa=function(){var a=t.parent&&t.parent!=t,b=a&&0<="//tpc.googlesyndication.com".indexOf(t.location.host);if(a&&t.name&&0==t.name.indexOf("google_ads_iframe")||b){var c;a=t||t;try{var d;if(a.document&&!a.document.body)d=new M(-1,-1);else{var e=(a||window).document,f="CSS1Compat"==e.compatMode?e.documentElement:e.body;d=new M(f.clientWidth,f.clientHeight)}c=d}catch(g){c=new M(-12245933,-12245933)}return Ra(c)}c=t.document.getElementsByTagName("SCRIPT");return 0<c.length&&(c=c[c.length-1],c.parentElement&&c.parentElement.id&&0<c.parentElement.id.indexOf("_ad_container"))?Ra(void 0,c.parentElement):null},Ra=function(a,b){var c=Ta("IMG",a,b);return c||(c=Ta("IFRAME",a,b))?c:(c=Ta("OBJECT",a,b))?c:null},Ta=function(a,b,c){var d=document;c=c||d;d=a&&"*"!=a?a.toUpperCase():"";c=c.querySelectorAll&&c.querySelector&&d?c.querySelectorAll(d+""):c.getElementsByTagName(d||"*");for(d=0;d<c.length;d++){var e=c[d];if("OBJECT"==a)a:{var f=e.getAttribute("height");if(null!=f&&0<f&&0==e.clientHeight)for(var f=e.children,g=0;g<f.length;g++){var k=f[g];if("OBJECT"==k.nodeName||"EMBED"==k.nodeName){e=k;break a}}}f=e.clientHeight;g=e.clientWidth;if(k=b)k=new M(g,f),k=Math.abs(b.width-k.width)<.1*b.width&&Math.abs(b.height-k.height)<.1*b.height;if(k||!b&&10<f&&10<g)return e}return null};var Ua,N=0,O="",P=!1,Q=!1,R=!1,Va=!0,Wa=!1,S=!1,T=0,Xa=[],J=null,Ya="",Za=[],$a=null,ab=[],bb=!1,U="",V="",cb=(new Date).getTime(),db=!1,eb="",fb=!1,gb=["1","0","3"],W=0,X=0,hb=0,ib="",jb=function(a,b,c){P&&(Va||3!=(c||3)||S)&&Y(a,b,!0);(R||Q&&Wa)&&Y(a,b)},kb=function(){var a=$a;return a?2!=a():!0},Y=function(a,b,c){if((b=b||Ya)&&!bb&&(2==X||c)&&kb()){var d;d=c?"osdim":R?"osd2":"osdtos";var e=["//pagead2.googlesyndication.com/activeview","?id=",d];"osd2"==d&&Q&&Wa&&e.push("&ts=1");O&&e.push("&avi=",O);Ua&&e.push("&cid=",Ua);e.push("&ti=1");e.push("&",b);e.push("&uc="+hb);db?e.push("&tgt="+eb):e.push("&tgt=nf");e.push("&cl="+(fb?1:0));b=e.join("");for(d=0;d<Za.length;d++){try{var f=Za[d]()}catch(g){}e="max_length";2<=f.length&&(3==f.length&&(e=f[2]),b=r(b,x(f[0]),x(f[1]),e))}2E3<b.length&&(b=b.substring(0,2E3));u(a,b);c?P=!1:bb=!0}},Z=function(a,b){if(U){try{var c=r(U,"vi",a);ga()&&u(w.contentWindow,c)}catch(d){}0<=pa(gb,a)&&(U="");var c=b||Ya,e;e=r("//pagead2.googlesyndication.com/pagead/gen_204?id=sldb","avi",O);e=r(e,"vi",a);c&&(e+="&"+c);try{u(t,e)}catch(f){}}},lb=function(){Z("-1")},nb=function(a){if(a&&a.data&&n(a.data)){var b;var c=a.data;if(n(c)){b={};for(var c=c.split("\n"),d=0;d=e)){var f=Number(c[d].substr(0,e)),e=c[d].substr(e+1);switch(f){case 5:case 8:case 11:case 15:case 16:case 18:e="true"==e;break;case 4:case 7:case 6:case 14:e=Number(e);break;case 3:case 19:if("function"==m(decodeURIComponent))try{e=decodeURIComponent(e)}catch(g){throw Error("Error: URI malformed: "+e);}break;case 17:e=qa(decodeURIComponent(e).split(","),Number)}b[f]=e}}b=b[0]?b:null}else b=null;if(b&&(c=new H(b[4],b[12]),J&&J.match(c))){for(c=0;cW&&!Q&&2==X&&ob(t,"osd2","hs="+W)},qb=function(){var a={};I(J,a);a[0]="goog_dom_content_loaded";var b=K(a);try{Ja(function(){Oa(b)},10,"osd_listener::ldcl_int")}catch(c){}},rb=function(){var a={};I(J,a);a[0]="goog_creative_loaded";var b=K(a);Ja(function(){Oa(b)},10,"osd_listener::lcel_int");fb=!0},sb=function(a){if(n(a)){a=a.split("&");for(var b=a.length-1;0<=b;b–){var c=a[b],d=Ia;c==d.f?(Va=!1,a.splice(b,1)):c==d.c&&(T=1,a.splice(b,1))}ib=a.join("&")}},tb=function(){if(!db){var a=Sa();a&&(db=!0,eb=a.tagName,a.complete||a.naturalWidth?rb():G(a,"load",rb,"osd_listener::creative_load"))}};p("osdlfm",z("osd_listener::init",function(a,b,c,d,e,f,g,k,q,E){N=a;U=b;V=d;P=f;Ua=E;k&&sb(k);Q=g&&f;1!=q&&2!=q&&3!=q||Xa.push(Ha["MRC_TEST_"+q]);J=new H(e,ba());G(t,"load",lb,"osd_listener::load");G(t,"message",nb,"osd_listener::message");O=c||"";G(t,"unload",pb,"osd_listener::unload");var l=t.document;!l.readyState||"complete"!=l.readyState&&"loaded"!=l.readyState?("msie"in ha?ha.msie:ha.msie=-1!=navigator.userAgent.toLowerCase().indexOf("msie"))&&!window.opera?G(l,"readystatechange",function(){"complete"!=l.readyState&&"loaded"!=l.readyState||qb()},"osd_listener::rsc"):G(l,"DOMContentLoaded",qb,"osd_listener::dcl"):qb();-1==N?X=f?3:1:-2==N?X=3:0