BANCO PUBLICO DE TERRAS

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Desde el área de Urbanismo y Sostenibilidad que dirigen Pablo Muñoz y Teresa Artigas se ha dado un importante paso para crear el Banco Público de Tierras municipal de Zaragoza.

Esta mañana han anunciado que 36 hectáreas en el barrio de San Gregorio que iban a ser destinadas a la construcción de 1.347 viviendas, serán utilizadas como espacio para huerta ecológica. Esto supone un avance hacia cambios en el modelo productivo de la ciudad más sostenible y no basado en el ladrillo a la vez que generadores de empleo de calidad.

El proyecto está ligado a un modelo de sostenibilidad estratégico parael Gobierno de la ciudad que dirige Zaragoza en Común. El objetivo, a medio plazo, es favorecer que los ciudadanos y ciudadanas de Zaragoza puedan alimentarse de su producción agroecológica, lo cual es sostenible desde puntos de vista sociales, ambientales y económicos y además, genera empleo local, beneficios ambientales y es saludable para las personas

El Banco de Tierras forma parte del proyecto en el proyecto Huertas Life km 0 consistente en la recuperación medioambiental de espacios periurbanos de Zaragoza mediante la intervención en el ecosistema y la agricultura ecológica.

De las 36 hectáreas, el Ayuntamiento es el propietario del 60% aproximadamente, unas 22. La junta de compensación pondrá en alquiler todos los terrenos para 62 agricultoresa que se formaron en el proyecyo Life Km. 0. Estos alquilere serán baratos y asequibles para los interesados en disponer de tierras.

Estos terrenos tienen la ventaja de que en su estado actual son adecuados para el cultivo en régimen de regadío en casi toda su extensión, prácticamente sin inversiones adicionales.

Aparte de generar empleo (se estima que con 2 hectáreas de huerta puede vivir una familia dignamente y favorecer el emprendimiento, el objetivo es que Zaragoza pueda llegar a contar con producción agrícola y ecológica suficiente para atender la demanda de la ciudad, incluidos todos los centros municipales donde hay servicios de cafetería y/o comedor.

Se buscarán más terrenos en otras localizaciones para que todas las personas formadas puedan desarrollar su actividad.

 

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0,20 QUE NUNCA SERAO ESQUECIDOS

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Tulio Santos/EM/D.A Press

Cerca de 50 pessoas interditaram três das quatro faixas da Avenida Afonso Pena, no Centro da capital, no sentido Mangabeiras, na noite desta quinta-feira. A concentração começou às 18h na Praça Sete e o ato tomou as vias em direção à sede da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte (PBH). Ao final do protesto, mesmo com a baixa adesão, manifestantes deixaram rastros de vandalismo, com as paredes do prédio da PBH pichados. Palavras contra o prefeito e o preço da tarifa, em tinta spray preta, marcaram a despedida da manifestação.

Tulio Santos/EM/D.A Press

De acordo com a presidente da União Estadual dos Estudantes e uma das liderancas do protesto, Luana Ramalho, de 19 anos, esta é uma retomada das manifestações pedindo a redução das tarifas de ônibus em Belo Horizonte e Região Metropolitana. “Houve algumas divergências que esvaziaram os atos passados. Voltamos com o protesto, que é a forma de diálogo dos jovens, que nunca são chamados para reuniões. Não vamos parar”, diz.

Segundo os manifestantes, uma frente ampla dos movimentos sociais, populares e sindicais está se formando para os próximos atos. “Estamos ampliando, em assembleias, e esperamos mais adesão para reivindicarmos nossos direitos”, comentou o integrante da União de Negros pela Igualdade, Alexandre Braga, de 35 anos. Na segunda-feira, às 18h30, os movimentos se reúnem uma segunda vez, na porta do Sindicato dos Professores da Rede Municipal (Sind-Rede), para analisar o protesto desta quinta-feira e programar novos atos.

Confira vídeo com momentos da manifestação desta quinta-feira:

 

CAMPOS E EXCECOES

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Pela vista aérea, Zaatari parece uma cidade. Mas é, na verdade, o terceiro maior campo de refugiados no Oriente Médio.

Muitos daqueles forçados a deixar suas casas durante o conflito sírio se refugiaram em países vizinhos, e 80 mil deles estão vivendo agora em uma parte do deserto jordaniano.

Desse total, mais de metade são crianças.

O rei jordaniano Abdullah diz que seu país está em “ponto de ebulição” devido ao fluxo de refugiados.

O monarca disse à BBC que há uma enorme pressão sobre os serviços sociais, infraestrutura e economia da Jordânia.

“Cedo ou tarde, acho que a barragem vai estourar”, alertou, ao mesmo tempo em que pediu mais ajuda internacional para os refugiados em seu país.

A Jordânia acolhe cerca de 1,5 milhão de refugiados, mais que o continente europeu inteiro.

Por isso, a ONU pede quantia de US$ 7,7 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) para financiar as operações de ajuda a 22,5 milhões de pessoas na Síria e em países vizinhos em 2016.

No entanto, em 2015, apenas 43% dos US$ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 12 bilhões) solicitados foram financiados.

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Crianças são as maiores vítimas da guerra civil na Síria27 fotos

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Em 21 de agosto de 2013, um ataque químico na Síria deixou 1.429 mortos, incluindo 426 crianças. A ONU confirmou a presença de gás sarin, mas não pode informar se rebeldes ou forças do governo foram responsáveis pelo ataque. A ofensiva foi considerada pela organização o uso mais significativo de armas químicas contra civis desde que Saddam Hussein usou em Halabja em 1988 VEJA MAIS > Imagem: Bassam Khabieh/Reuters

IMAGENS AEREAS E FICCIONALIZACOES

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REMOÇÕES

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postado em 24/08/2015 08:53 / atualizado em 24/08/2015 10:01

Ed Alves/ CB/D.A Press
A remoção de muros e cercas do Lago Paranoá começou na manhã desta segunda-feira (21/8). As edificações serão derrubadas em uma área de 30m a partir da margem do espelho d’água. Neste primeiro momento, ficarão de fora construções como píeres, churrasqueiras e quadras de esporte.

A ação começará pela QL 12, conjunto 8, do Lago Sul, e seguirá para outros pontos. Concluída essa primeira fase, toda a orla será desocupada. A partir daí, o governo deverá se preocupar em dar um destino para as construções que sobraram em Área de Preservação Permanente (APP).

Um acordo foi firmado entre o Ministério Público do DF e o GDF, em cumprimento à sentença judicial que determina a desobstrução da orla.
 
Vicente Pires
No início do mês a Agência de Fiscalização do DF (Agefis) promoveu operação de derrubada de construções irregulares na Chácara 200, Rua 8, em Vicente Pires. Moradores resistiram à ação e fizeram barricadas usando carros.
Em forma de protesto, os moradores fecharam vias e atearam fogo a pneus na ocasião. Várias construções foram demolidas, mas algumas pessoas conseguiram liminares na Justiça para evitar a derrubada.

 

TATICAS MPL I

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O MPL (Movimento Passe Livre) passou a fazer protestos-relâmpago, que travam terminais e avenidas do centro expandido da capital paulista, como tática para pressionar contra o aumento das tarifas do transporte.

Conhecidos como “travamentos”, os atos –com número reduzido de manifestantes e, às vezes, simultâneos– foram usados recentemente por secundaristas para pressionar o governador Geraldo Alckmin (PSDB) a voltar atrás no projeto de reorganização e fechamento de escolas.

Agora, os ativistas do MPL querem que o prefeito Fernando Haddad (PT) e Alckmin também revertam o aumento das passagens de ônibus, trens e metrô de R$ 3,50 para R$ 3,80.

Dois protestos bloquearam na manhã desta segunda-feira (10) terminais de ônibus e avenidas da capital. Os manifestantes bloquearam a saída do terminal de ônibus de Pinheiros (zona oeste de SP) durante cerca de 40 minutos.

Após realizarem a ação, os cerca de 40 manifestantes, de acordo com a Polícia Militar, caminharam até o cruzamento das avenidas Rebouças e Faria Lima.

Já no terminal Bandeira, o ato dos manifestantes a entrada dos ônibus. Uma longa fila de coletivos travou o trânsito nas avenidas próximas ao terminal, incluindo a avenida Nove de Julho.

Às 8h20, o terminal foi liberado pelos manifestantes.

INSPIRAÇÃO

Uma das porta-vozes do MPL, Luíze Tavares, 19, afirma que a tática foi herdada da ação dos secundaristas. O grupo quer que os primeiros atos sirvam de “impulso” para outros.

“A ideia é espalhar pela cidade e, a partir daí, as pessoas começarem a organizar a coisa”, disse Luíze.

A porta-voz do movimento afirma que a escolha dos terminais ocorre devido à necessidade de diálogo com os trabalhadores e usuários do transporte público.

“No começo, [os usuários] podem se sentir incomodados [pelo bloqueio do terminal], mas, quando sabem por que é o protesto, é uma ação bem recebida”, afirma. “Até porque R$ 3,80 não é todo mundo que tem para pagar.”

Além dos pequenos protestos, o grupo mantém na pauta grandes manifestações. Na sexta-feira (8), o primeiro ato do grupo terminou em confronto com a Polícia Militar e 17 detidos.

O próximo grande protesto ocorre nesta terça-feira (12), a partir das 17h, saindo da Praça do Ciclista, na Avenida Paulista.

TATICAS POLICIAIS II

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TATICAS POLICIAIS I

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O segundo ato expressivo contra a alta das tarifas de ônibus, trens e metrô em São Paulo foi marcado pela mudança de estratégia da Polícia Militar, que reprimiu a manifestação de forma mais intensa antes mesmo de haver confronto com “black blocs” e usou bombas para dispensar os participantes.

A polícia decidiu bloquear a avenida Paulista e revistar manifestantes antes do começo do protesto e impedir que eles avançassem pela avenida Rebouças. Após empurra-empurra, lançou bombas de gás que acabou dividindo os grupos por diferentes ruas e provocando correria.

No começo da noite, quatro manifestantes estavam feridos. Bombas de gás também chegaram a ser lançadas em jornalistas e pedestres que não participavam no ato.

A nova estratégia da PM foi adotada depois de a primeira manifestação contra a tarifa, na última sexta-feira (8), ter sido marcada por atos de vandalismo de “black blocs”.

Nesta terça (12), a confusão começou quando integrantes do MPL (Movimento Passe Livre) tentaram seguir pela avenida Rebouças. Um cerco da polícia foi formado impedindo a passagem do grupo.

A PM queria que eles seguissem por outro trajeto, pela rua da Consolação, sob a justificativa de que os manifestantes não informaram a rota com antecedência.

O impasse causou tumulto e alguns manifestantes tentaram furar esse bloqueio. A polícia então, lançou dezenas de bombas de efeito moral e spray de pimenta, provocando correria na Paulista.

O metroviário Eber Veloso Carlos, 28, foi ferido e ficou com a cabeça sangrando. Ele disse ter sido agredido pelo cassetete de um policial. “É a primeira vez que eu apanho gratuitamente”, disse ele, que participava do protesto.

A confusão dividiu os manifestantes. Enquanto um grupo seguia pela rua da Consolação, outro caminhava por dentro do bairro de Higienópolis, área nobre da cidade.

SITES

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The annual list of the ten best planning, design, and development websites, representing only some of the top online resources for news, information, and research on the built environment.

Every yearPlanetizen recognizes ten websites as the best online resources for urban planning, design, and development.

When Planetizen first began compiling lists of top websites in 2002, we included 50 websites on the list. Even with that many sites on the list, the collection offered very little of the variety and innovation available online in 2015.

In 2015, the Internet includes apps in addition to websites, enabled by additional layers of technology, like the Cloud, smartphones, and GPS. Websites today include sub-genres like crowdsourcing, crowdfunding, social media, and data viz, in addition to the traditional news and institutional sites. Meanwhile news and institutional sites can often be found using the technologies of crowdsourcing, crowdfunding, social media, and data viz. Excellence online in 2015 isn’t always a radical new technology or tool—sometimes it’s a well chosen blend of the many possibilities available.

After collecting nominations from readers and staff, the Planetizen editorial staff selected the “2015 Top Websites” list based on a common set of criteria, including content, design, and usability, choosing ten websites representing a variety of uses and focuses. We’ve listed the websites alphabetically, not in order of rank.

Chicago Cityscape

Not all systems for tracking development and planning are created equal, but they all have some catching up to do compared to the example set by Chicago Cityscape. For the uninitiated, the website offers access to open data on building permits—providing tangible evidence about how the neighborhoods of Chicago are changing. Chicago Cityscape relies on a simple design to present copious amounts of open data—from renovations to demolitions to violations and more. Searching a specific property also produces information on Census tracts, planning and zoning overlays, and neighborhood info. Much of the data available on the site requires a subscription to access, but a quick poke around the free version of the site is all it takes to see the tremendous power of open data to provide access to information about the development process.

City Observatory

City Commentary, the blog and news analysis feed on the City Observatory website has achieved something truly rare in the planning and urbanism media landscape: every single post is essential reading. Well argued and well researched—City Observatory has become one of Planetizen‘s most trusted sources for reasoned perspective on the news and ideas of contemporary times. The kinds of urbanists that could benefit from the knowledge shared on City Observatory: advocates, policy makers, journalists, students, and citizens. That’s just about everyone, right?

Civic Crowdfunding Sites ioby and Neighborly

We stretched the rules a little on this one and acknowledged two websites—both examples of crowdfunding but each with a significantly different approach.

Neighborly provides access to public finance by connecting users to municipal bonds—that critical mechanism for capital investment that sums to a market of $3.7 trillion. The big idea: in choosing specific municipal bonds for investment, people also choose causes to support (like education or infrastructure).

By contrast, ioby works more the well known model found on Kickstarter—users present a project for fundraising and the public can decide a level of support for the project. Because projects are civic in nature, ioby has proven to have beneficial effects for local efforts of placemaking and community building. If you’re looking for more on ioby and Neighborly, an article by Bloomberg Business highlights both.

Esri Story Maps

Few technology companies are as essential to the practice and study of planning as Esri, makers of, among many other things, ArcGIS. Esri Story Maps offers a free, easy-to-use tool for creating effective, visual stories. By offering Story Maps with free access, Esri leverages its significant firepower in the world of mapping into the world of storytelling, creating a welcome and valuable addition to the toolbox of anyone who cares about places, the planet, or people. For an example of the power of the platform, check out the “Atlas for a Changing Planet,” created by the Esri Story Maps team on the occasion of the United Nations Climate Summit. Bright, interactive, engaging, imaginative—the possibilities for Story Maps are as boundless as the world itself.

Greater Places

Built on the premise that communities need new types of resources for design, Greater Places provides “organized, visual examples, networked communities of peers and great ideas…” Think of Greater Places as a compendium of case studies, ranging in subject from plan making, resilience, equitable development, street design, water, and many more. While the Greater Places website is in itself a tremendous resource worthy of this list of best websites, Greater Places also deserves credit for creating a new level of conversation as one of the creators of Cards Against Urbanity and a forthcoming planning game.

Social Media Sites Pinterest and Instagram

It’s impossible to stress the importance of thinking beyond the confines of an organization’s official platform for the benefits of the Internet. Social media integration has a been a buzzword for a long time, especially for planners and designers faced with the daunting tasks of pitching projects to the public, but obviously some have done a better job of others of rising above the noise and clutter of the contemporary social media landscape. Two platforms in particular have shown a surprising knack for facilitating better planning and design understanding: Instagram and Pinterest.

Instagram is well acknowledged for its celebration of the visual delights of all kinds of environments—from rural to urban and international to domestic. The city of Mobile, Alabama took the platform a step further, using the app’s geotagging function to create an initial database of blighted and vacant properties. In effect, Instagram provided a cheap and easy tool that made it much easier to take the initial tentative steps in a large planning effort.

The power of Pinterest is exemplified by Slow Ottawa’s Pinterst page, which gathers and presents ideas about how to improve planning and design outcomes. Slow Ottawa’s Pinterest board includes visual presentations of ideas for streets for everyone, street furniture, hydrology, and even planning failures. Pinterest is so well suited for organizations looking for an accessible, cheap, and sharable platform for ideas—it’s a wonder we don’t see more doing it.

Streetmix

For a “side project” by a group of 2013 Code for America fellows, Streetmix has managed to attract a lot of attention from Planetizen readers. Streetmix allows site visitors to “design, remix, and share” street ideas, by providing an interactive street diagram easily manipulated by dragging and dropping and pulling and removing. The menu includes car lanes, bike lanes, landscaping, bus lanes, bus shelters, and rail transit. Streetmix earns its place on this list for seamless functionality as well as broad appeal: it’s easy to imagine the use of Streetmix as a tool for academic instruction, outreach, and advocacy (and we’ve already noticed Streetmix-created diagrams popping up all over the web), and also as a habit-forming and entertaining tool for seasoned urban designers.

Strong Towns

Mainstream media outlets have noticed, as have we at Planetizen, how successful Charles Marohn has become at spreading the gospel of Strong Towns. Strong Towns is one of the few essential reads focused on planning, offering unwavering excellence in advocacy, reportage, and rhetoric. Not to mention that the annual #BlackFridayParking event is a model of online engagement. If you’re looking for a gold standard of presenting and supporting ideas about how to improve the built environment: Strong Towns is it.

Surging Seas

Climate Central created an interactive map to illustrate the catastrophic threat to coastal communities presented by sea level rise. Even oil companies agree that we will have to prepare for rising sea levels—this tool just shows you how difficult a challenge that represents. A quick tour around the United States using the Surging Seas interactive map is all it take to see that it will take a larger project than anything humans have imagined thus far to stem this tide. Surging Seas provides more than just a scare tactic, however, deriving its power from information instead of fear. The website provides several different tools for risk identification and reduction, additional layers of data, like population, income, and ethnicity, to create a holistic picture of the challenge, and, finally, a constant reminder that the coastal environment of the future will be a result of the choices we make now.

WALKScope

WALKscope is the rare example of crowd-sourced public engagement that actually works. WalkDenver and PlaceMatters created the platform to engage the public in gathering information about the pedestrian environment in Denver. The color-coded map that results from all this collaboration quickly and clearly identifies the gaps in the pedestrian network. Unlike many platforms with similar goals, WALKscope is well-trod: 6,717 sidewalk quality reports populate the map, along with 1,817 intersection quality reports, and 227 pedestrian counts. The information is visible at specific locations as well as in the aggregate for the city. Not that anyone needs another reason to visit the beautiful city of Denver—but using this app to contribute to this cause seems worth a trip.

GUERRA DA MOBILIDADE….DESCARTES

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Carros06

Carros01

Esta foto é de um monte de carros que sobraram no Porto de Sheerness em Ketn, na Inglaterra. Há centenas de lugares exatamente como este no mundo todo, cheio de carros que as montadoras não conseguiram vender.

Isso é verdade.

Você está vendo uma das muitas reservas de carros não vendidos no mundo

Carros02

As pessoas não estão comprando carros no mesmo ritmo de antes da recessão. Quantas famílias que você conhece que ostentam um carro novo a cada ano? Por isso, milhões de carros ficam para morrer nos estacionamentos.

Baltimore, Maryland, EUA

Carros03

Bem do lado da estrada Broening em Baltimore, mais de 57.000 carros se encontram num enorme estacionamento. No começo eu me perguntava porque eles não colocavam simplesmente à venda, mas a indústria automobilística não vai reduzir seus preços drasticamente por uma razão: Não é possível vender um carro por 500 dólares e esperar alguém comprar por 15.000 é impossível.

Carros04

Os carros devem ser levados de um monte de concessionárias para dar espaço para a nova produção. O que sobra é um pouco triste? filas e mais filas de carros em perfeito estado.

Carros05

A indústria automobilística não pode simplesmente deixar de produzir carros novos. Isso significaria o fechamento de fábricas e demitir a dezenas de milhares de pessoas, além do mais, piorar a recessão. O efeito dominó seria catastrófico para a indústria do aço.

Carros06

Nessa imagem podemos ver dezenas de milhares de carros tomando sol o dia todo na Espanha.

Carros07

Quando a oferta supera a procura, alguém fica com o superavit. Depois da recessão, as famílias já não compram um carro novo a cada ano.

São Petersburgo, Rússia

Carros08

Carros europeus importados que não conseguiram vender e estão largados para enferrujar em um aeroporto.

Carros09

O ciclo de comprar, usar, mudar, se acabou. As pessoas usam seus carros durante muito mais tempo depois de comprados.

Carros10

Lotes aberto ao redor do mundo se converteram um cemitérios improvisados para os carros que não se venderam.

Avonmouth, Reino Unido

Carros11

Cada espaço cinza que se vê está cheio de carros sem uso.

Carros12

Corby, Reino Unido

Carros13

Aqui há outro monte de carros que sobraram. Qualquer um se pergunta: por que não reciclam esses carros ou pelo menos não dão para as pessoas pobres?

Porto de Civitavecchia na Itália

Carros14

Até pode-se pensar que os fabricantes de automóveis poderiam utilizar pelo menos algumas das partes. Eles ainda acham que vão vender esses carros?

Carros15

Porto de Valencia, Espanha

Carros16

Estas imagens são particularmente frustrantes se você está dirigindo um carro velho?

Carros17

Os carros, quando expostos ao ar livre, não duram muito tempo.

Carros18

Quando um carro fica ao relento, todos os óleos se vão para o fundo do poço, e logo começa a corrosão e danifica todas as partes internas do motor.

Carros19

A super produção não é só uma falha do sistema nos Estados Unidos ou de uma só fábrica de automóveis, este é um problema mundial. Se não encontram uma maneira de reutilizar esses carros, milhares de carros abandonados continuarão preenchendo espaços vazios. Isso é realmente lamentável.